3 de dezembro de 2017

9 perguntas de um artigo científico

Às vezes dá aquele branco: o quê escrever????? 
Uma ajudinha nunca é demais...respondendo à estas perguntas, fica mais fácil dar o pontapé inicial do seu artigo científico! Aí vai uma mãozinha do MCTIC - Ministério das Ciências, Tecnologias , Inovações e Comunicações

MCTIC



1 de dezembro de 2017

Jogos, jogos e mais jogos! Por que Jogar é preciso!

Ibilce UNESP
Olha só: o Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas da UNESP dá dicas sobre Jogos na área de Matemática! Um excelente complemento para as nossas aulas, de forma lúdica e eficiente!

O trabalho com jogos busca criar condições para que todos os alunos possam descobrir ou redescobrir que é possível aprender e conhecer, e, para surpresa de muitos, mesmo as atividades mais formais podem dar prazer, despertar interesse e prender a atenção. 
Para um trabalho sistemático com jogos é necessário que os mesmos sejam escolhidos e trabalhados com o intuito de fazer o aluno ultrapassar a fase da mera tentativa e erro, ou de jogar pela diversão apenas. Por isso, é essencial a escolha de uma metodologia de trabalho que permita a exploração do potencial dos jogos no desenvolvimento de competências e habilidades, como cálculo mental, raciocínio lógico e intuitivo, o que pode ser feito por meio da metodologia de resolução de problemas.  
Desenvolvendo a capacidade de resolver problemas, o aluno consegue compreender um problema, estando apto a arquitetar um plano, executá-lo e desenvolver a avaliação crítica.
Clique aqui e leia mais sobre a utilização de Jogos na Matemática. 
Escolha seu segmento e comece sua jogatina!




300 aplicativos educacionais abertos para o professor usar em sala de aula

É simplesmente maravilhoso quando alguém se dispõe a colaborar com a educação utilizando Recursos Educacionais Abertos (REA) e mais ainda, quando outro alguém resolver reunir, formalizar, sintetizar o que já foi desenvolvido em uma ou outra instância - livros, aplicativos, programas... Uma grande ajuda para o professor, sempre com seu tempo extremamente reduzido, escasso e cheio de atividades, leituras, correção de provas, recuperação entre outros.

A boa notícia é que o professor Paulo Francisco Slomp e o estudante André Ferreira Machado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, reuniram em uma tabela 305 aplicativos  sob licença de Creative Commons, para o professor utilizar em sala de aula, na Educação Infantil (78), Fundamental 1 (154), Fundamental 2 (173), Ensino Médio (181) e Superior (203). Ou seja, tem para todos os gostos e tamanhos! :)

Para facilitar ainda mais, a tabela está categorizada por áreas de conhecimento, tais como: 
acessibilidade, biologia, educação física, educação artística, ensino religioso, física (subdividida em categorias como acústica, astronomia e atmosfera), geografia (também subdividida em categorias como atmosfera, bússola, capitais e mapas), idiomas (bibliotecas, catalão, coreano, entre outras), informática (redes e programação), jogo, matemática (álgebra, ângulos, aritmética, calculadora financeira, entre outras), medicina, música, química (eletroforese, isótropos, jogo, moléculas e tabela periódica) e sociologia.


27 de outubro de 2017

Padlet - agora com avaliação!

Não é de hoje que sugiro o uso do PADLET em sala de aula. Uma ferramenta gratuita, fácil de utilizar, amigável e com grandes possibilidades para utilização nas aulas com nossos alunos! São muitos os procedimentos pedagógicos que essa ferramenta permite: levantamento de conhecimentos prévios, avaliação, registro, organização de conteúdos e por aí vai...
Mas agora, ela apresenta uma novidade muito bacana!

O PADLET permite não só incluir comentários nos posts, mas também avaliá-los de quatro maneiras diferentes: votar, like, classificar utilizando estrelas ou dar uma nota de 0 a 100.
É um complemento muito interessante, pois abre mais possibilidades de uso com as suas turmas.

Vale lembrar que você poderá ter apenas UMA reação por mural. Isso quer dizer que não é possível dar "likes" e classificar simultaneamente.

Vamos lá, experimente! :)


25 de outubro de 2017

Educação na era planetária - Edgar Morin

Um vídeo que se mantém atual e que nos ajuda a compreender vários processos pelos quais passamos em nossas vidas e , principalmente, na escola com nossos alunos!

Educação na era planetária - Edgar Morin


Sites de busca de imagens livres

Imagem do acervo da Visual Hunt
Dando continuidade ao post anterior, seguem alguns sites que oferecem uma busca de imagens livres de direitos autorais e com a possibilidade de utilização nos trabalhos acadêmicos!
Divulgue entre suas turmas e ensine seus alunos que a utilização de imagens livres de direitos é um prática a ser mantida.



Busca segura no Creative Commons

Logotipo Creative Commons
Um dos maiores desafios do professor nas aulas de hoje é trabalhar com arquivos digitais seguros e abertos, sem ferir os direitos dos autores. Essa é uma prática que deve ser respeitada, ensinada e praticada, não só pelos alunos, como também pelos professores. Muitos educadores desconhecem as plataformas abertas e acabam limitando os trabalhos que requerem a utilização de conteúdo digital.


Assim, aqui vai a dica da ferramenta de busca do Creative Commons
A partir desta ferramenta eles poderão utilizar os recursos digitais de forma livre, com a ressalva que o material não será comercializado. Apesar do hábito de utilizarem a busca apenas no Google, com o tempo se acostumam. É fundamental insistir com seus alunos essa prática pouco partilhada nos meios educacionais. 

1 de setembro de 2017

Horizon Report 2017

Todos os anos a NMC - New Media Consortium e a Educase Learning Initiave, organizações americanas destinadas ao estudo e pesquisa sobre as tendências tecnológicas em educação, produzem um relatório denominado Horizon Report que tem a função de antecipar em um período de 5 anos, quais serão as tecnologias emergentes e impactantes na educação e como isso ocorrerá.

A versão em inglês de 2017 para os K-12 que corresponde à nossa Educação Básica já foi divulgada. Ainda não temos tradução para o português do relatório, mas já dá para antecipar tendências...

Clique aqui e faça o download da publicação!

14 de agosto de 2017

Pesquisa Cetic - 52% das escolas usam celular em atividades escolares

De vilão a mocinho...
Segundo o resultado da pesquisa realizada pelo Cetic - Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação divulgado no mês de agosto, o uso dos celulares em sala de aula tem aumentado consideravelmente. 
"A popularização dos aparelhos pode ter relação com essa nova realidade. Dos estudantes que têm acesso à internet, 77% usam a rede por meio do celular. O segundo aparelho mais utilizado, o computador de mesa, tem apenas 9% de participação nesta estatística. O acesso dos professores à tecnologia aumentou ao longo dos anos: em 2011, apenas 15% deles possuíam um smartphone. Em 2016, o número atingiu os 91%."
Os pesquisadores Alexandre Barbosa, Daniela Costa, Fábio Senne e Leila Iannone em coletiva sobre os dados do Cetic (Foto: Clara Campoli/G1)
Clique aqui e confira os resultados da pesquisa, divulgados pelo G1. 
Acesse a pesquisa diretamente pelo Cetic. 

4 de agosto de 2017

200 recursos e ferramentas para as TIC na aula

Já pensou em ter disponível 200 recursos e ferramentas para integrar as Tecnologias na sala de aula?
Pois agora está fácil.... Basta clicar neste link do Mapa Conceitual compilado no Coogle (ferramenta para mapas conceituais) por Raul Santiago e divertir-se!

mapa mental sobre recursos e ferramentas



26 de junho de 2017

Infográfico BNCC

A Base Nacional Curricular Comum - BNCC está despertando muitas dúvidas entre os professores, coordenadores e diretores de escolas. Alguns contra, outras a favor, outros ainda dizendo que não mudou nada...

O pessoal da WPensar - sistema de gestão escolar, elaborou um infográfico com informações sintéticas e fundamentais para a compreensão da base....

Para acessá-lo, clique aqui!

Para saber mais sobre a Base, consulte aqui o site oficial !

Acesse aqui os materiais de apoio sobre a Base

2 de fevereiro de 2017

Edição de imagens - com jeito de profissional! Canva!


O Canva é um software de design gráfico gratuito, fácil de usar e completamente online (não é necessário baixar nenhum programa). E já está fazendo bastante sucesso entre seus usuários! O Canva foi criado há menos de 5 anos e já conta com 11,4 milhões de usuários em 179 países. Para se ter uma ideia, 4 designs são criados a cada segundo nessa ferramenta. Lançado recentemente o site no Brasil e ele já está tendo uma ótima aceitação!
Experimente! https://www.canva.com


31 de outubro de 2016

Stupeflix? O que é isso?

Stupeflix é um programa simples, gratuito e online, que você pode elaborar pequenos vídeos, a partir de templates oferecidos.

Uma linguagem amigável, você consegue fazer coisas incríveis! Já imaginou utilizar na sua aula? Tenho certeza que os alunos vão gostar! Experimente.




28 de fevereiro de 2016

Os Dez Mandamentos do Professor - por Leandro Karnal

O professor Leandro Karnal sempre nos surpreendendo... agora ele nos presenteia com uma pequena reflexão na Revista Pazes sobre a práxis do professor, por meio da metáfora dos Dez Mandamentos de Moisés...

prof Leandro Karnal
A sabedoria do mais influente legislador do Ocidente, Moisés, sintetizou uma concepção de mundo em Dez Mandamentos. Como bom educador, o ex-príncipe do Egito sabia que longos códigos são de difícil acesso. Curioso notar que constituições muito breves, como a norte-americana, passam dos dois séculos e constituições prolixas, como todas as brasileiras , caducam em prazos muito curtos.
Inspirados neste exemplo, elaboramos os Dez Mandamentos do Professor. Estes dez mandamentos são fruto de uma experiência particular e não se pretendem eternos ou válidos em qualquer ocasião. Gostaria apenas de fornecer a colegas, como você leitor, uma reflexão particular, que possa ser aprofundada, reinterpretada ou rejeitada de acordo com a sua experiência.
 Veja a matéria completa clicando aqui

14 de janeiro de 2016

Por que tão poucos querem ser professor no Brasil?

Apesar desta pesquisa não ser nova (2009) , as condições apresentadas ainda se mostram bastante recentes.... retomando antigos escritos, me deparei com ela e resolvi compartilhar já que percebi que ela não havia sido mencionada por aqui.
Para os educadores, um excelente instrumento para nos apropriarmos de como este quadro tem se configurado e conjecturar previsões para um futuro próximo....



Para jovens do Ensino Médio prestes a decidir o que vão seguir como profissão, a carreira de professor é uma das menos atraentes

AUTORIA: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA | 2009


Apenas 2% dos jovens que cursam o 3º ano do Ensino Médio pretendem cursar Pedagogia ou alguma Licenciatura. As informações vêm do estudo realizado em 2009 pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Carlos Chagas (FCC) e com patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA. A pesquisa ouviu 1.501 alunos em 18 escolas públicas e particulares de oito cidades.

Apresentados pela pesquisadora da FCC e supervisora da pesquisa FVC/FCC, Bernadette Gatti, os resultados apontam dados alarmantes sobre a docência no país. Para ela, o objetivo da pesquisa é entender, de fato, a percepção dos jovens sobre a profissão. O Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza, ressalta a importância do estudo: "Temos que mudar não só a formação, mas a atratividade da carreira".

21 de outubro de 2015

15 de outubro de 2015

Quer fazer uma coisa bacana?



Faça a Oficina de Ensino Híbrido na HUB ESCOLA! 21/10 às 19h!


Você sabe o que é inovação disruptiva? Ensino Híbrido? Blended Learning? O Ensino Híbrido, também conhecido como Blended Learning, é uma modalidade de ensino que privilegia a autonomia da aprendizagem do aluno, de forma a alternar momentos em que ele estuda sozinho ou em grupo, por meio de situações de aprendizagem mediadas pelo professor. Para tanto, o Ensino Híbrido utiliza diferentes ferramentas, digitais e analógicas, de forma a atender as demandas atuais dos alunos do século XXI.

Traga seu notebook e venha desvendar esses mistérios em uma oficina preparada para você aplicar em sala de aula!

Propósito

Conhecer o que é inovação disruptiva e reconhecer maneiras de aplicá-la no seu cotidiano de sala de aula.

Para quem é

Educadores e Professores de Fundamental II, Ensino Médio e Superior

Abordagem

Os inscritos participarão de vivências sobre metodologias inovadoras para aplicação em sala de aula por meio de uso de tecnologia.


Saiba mais aqui!

Facilitador

Elizabeth Fantauzzi – inquieta, ativa, curiosa… É graduada em Comunicação Visual, Educação Artística e Pedagogia, mestre pela UNESP em TV Digital: Informação e Conhecimento e pósgraduada em Design de Multimídia e Gestão em Educação a Distância.

2 de setembro de 2015

As escolas e as fábricas....



A escola do ano 2000 imaginada pelos ilustradores franceses Jean Marc CotÍ e Villemard em 1899
A escola de massas, onde um professor ensina ao mesmo tempo e no mesmo lugar dezenas de alunos, nasceu com a revolução industrial mas chegou ao século XXI. Em dois séculos, mudaram os estudantes, mudou a sociedade e mudou o mercado de trabalho. Quando mudará a escola?
Essa é a pergunta da educadora portuguesa CATARINA FERNANDES MARTINS que fala, em seu texto, do dia e da possibilidade de revertermos a sala de aula e, por consequência, a escola.

Leia a continuidade deste texto clicando aqui....


20 de agosto de 2015

Metodologias de ensino: ontem e hoje

Aprendizagem Baseada em Projetos, Ensino Híbrido ou Design Thinking, entre outras. Há alguma semelhança entre as propostas atuais e as já conhecidas dos séculos passados? Certamente.

As propostas e objetivos das novas metodologias de ensino têm ligações ou semelhanças com as do passado? Em 1932, Anísio Teixeira, Lourenço Filho Fernando de Azevedo foram líderes e signatários de um manifesto – o “Pioneiros da Educação”, criticado pela ingenuidade e aclamado pela inovação – que propunha mudanças na educação brasileira.

Essas propostas, no que tange ao viés pedagógico do documento, tinham vinculações com a Escola Nova – movimento do final do século 19 adentrando o século 20 – que, entre outros itens, se baseava no aluno como centro da aprendizagem; em trabalhos manuais; experimentações e em um aprendizado mais significativo.

3 de agosto de 2015

Inverter a lógica da sala de aula tradicional?

Educar as novas gerações de alunos hiperconectados é um desafio que a professora universitária Elizabeth Fantauzzi conhece bem. Além de prestar assessoria na área de Tecnologia e Educação, Elizabeth coordena o ambiente virtual de aprendizagem eprofessor, voltado para a formação de professores e cursos sobre o uso da tecnologia na prática docente. 

Confira a entrevista que ela concedeu ao Instituto Embratel Claro, sobre as TIC na Educação e o ensino para a nativos digitais.

Elizabeth Fantauzzi e o Portal Instituto Claro
Clique aqui para acessar!